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ENFERMEIRA ENCONTRADA MORTA EM BRASÍLIA TRABALHOU NO ENFRENTAMENTO AO COVID-19 NO AM

A enfermeira Pollyanna Pereira de Moura, 35 anos, encontrada morta com o marido em um apartamento do condomínio My Life Style, na Rua 25 Norte de Águas Claras, trabalhou no enfrentamento à Covid-19 no Amazonas. Conforme consta nos registros do Ministério da Saúde, a mulher atuou como um dos 267 profissionais que integraram a primeira equipe de combate à doença no estado do Norte.
Ainda na noite dessa quinta-feira (30), a pasta divulgou nota lamentando a perda da funcionária pública.
O trabalho de Pollyanna teve início em maio. Acompanhada por 37 médicos, 117 enfermeiros, 57 técnicos em enfermagem, 26 fisioterapeutas, 12 farmacêuticos e 17 biomédicos, ela foi selecionada após se inscrever para o programa O Brasil Conta Comigo, do Governo Federal.
A mulher teve o registro profissional aprovado pelo Conselho Regional de Enfermagem do DF (Coren-DF) em agosto de 2018.
Feminicídio
A principal linha de investigação seguida pela polícia é que o companheiro dela, Fabrício David Jorge, 42, tenha a esfaqueado e cometido suicídio com dois cortes, sendo um deles no pescoço.
O suspeito era cirurgião-dentista lotado no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), mas estava cedido ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT), por conta da pandemia do novo coronavírus.
Vizinhos do casal detalharam ao Metrópoles que ouviram gritos. De acordo com testemunhas, os dois eram discretos, não tinham filhos nem histórico de brigas. Eles residiam no local havia cerca de um ano.

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