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AEROMOÇA FATURA R$ 4 MILHÕES FAZENDO SEXO EM BANHEIROS DE AVIÕES

Foto: Ilustrativa - A modelo Jaqueline Jatai foi demitida de uma grande companhia aérea por estar usando um uniforme justo demais
Uma aeromoça de uma companhia aérea do Oriente Médio ganhou cerca de R$ 4 milhões “atendendo” passageiros em banheiros de aeronaves, publicou o jornal árabe “Sada”. O caso foi descoberto após a mulher ser pega fazendo sexo no banheiro do avião com um dos passageiros.
Ela foi demitida da empresa e por ser ocidental, acabou deportada.  Os nomes da mulher e da empresa não foram divulgados. Cada sessão de sexo custava R$ 8 mil, segundo o jornal. 
Segundo o “Sada”, a atividade paralela da comissária durou dois anos. “Ela admitiu ter feito sexo com inúmeros passageiros durante voos e que prefere rotas de longa distância, entre o Golfo e os Estados Unidos”, contou uma fonte anônima ao jornal. Esse não é o primeiro caso do tipo. Segundo o jornal “Shukan Post”, no ínício deste ano, aeromoças estavam fazendo sexo com pilotos para inflar o salário. De acordo com o jornal, cada sessão de 90 minutos custava R$ 2.800.
Fetiche pela profissão?
A paulistana Jaqueline Jatai foi uma das aposta da revista “Sexy”. Desconhecida, a aeromoça atraiu a atenção da publicação após viver o drama de ser demitida de uma grande companhia aérea por estar usando um uniforme justo demais.
“A chefe de voo ficou incomodada com o meu uniforme, que era igual ao das outras aeromoças, e me mandou sair do avião. Acontece que eu tenho um quadril muito largo (são 103 cm, a mesma medida que Valesca Popozuda) e a roupa ficava um pouco mais apertada em mim”, conta a loira, de 27 anos, que move, desde então, um processo trabalhista contra a TAM.






Jaqueline Jatai encarna aeromoça sexy em ensaio nu Foto: Divulgação


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