CASO FLÁVIO: EM RECONSTITUIÇÃO DO CRIME, FAMÍLIA DE ENGENHEIRO PEDE POR JUSTIÇA



Foto: Eraldo Lopes





Familiares e amigos do engenheiro Flávio Rodrigues fizeram um protesto em frente a entrada do Condomínio Passaredo, na zona Oeste de Manaus, na tarde desta segunda-feira. Pedindo justiça, eles abordaram os carros da polícia quando os suspeitos chegavam ao local onde está sendo feita a reconstituição do crime, ocorrido em 29 de setembro. 

A suspeita é de que Flávio tenha sido assassinado no local, na casa onde mora Alejandro Valeiko, filho da primeira-dama de Manaus, Elizabeth Valeiko. Alejandro é um dos cinco presos preventivamente por conta do crime.

A irmã da vitima, Mary Lee , disse que a presença do grupo no local tem como objetivo reforçar o clamor pela solução do caso. "Nosso clamor não vai parar. Estamos aqui para mostrar que estamos empenhados. Estamos clamando para que hoje saia o parecer do caso. Que eles deem um parecer para a gente. A polícia esta empenhada, mas a verdade tem que vir deles, dos que estiveram aqui. Nós não vamos parar. Vamos acompanhar todos os acontecimentos",disse ela, após a entrada do comboio policial no condomínio.

O grupo entrou em carros caracterizados e algumas viaturas da policia militar. Em um dos carros foi possível ver Mayc Vinicius Teixeira, um dos suspeitos de participação no crime, com o uniforme da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária. Ele também está preso preventivamente.

A chegada de Alejandro Valeiko à casa onde teria acontecido o crime gerou tumulto e revolta dos familiares que aguardavam no local. O carro onde ele estava passou na rua de acesso ao condomínio em alta velocidade e foi o que ficou menos tempo na revista da guarita.

Dentro do condomínio a movimentação estava intensa, de acordo com moradores do local que preferiram não se identificar.

A reconstituição das cenas que deram início ao ‘Caso Flávio’ começou às 16h e não tem hora para terminar, segundo informações preliminares da polícia. O ponto de partida dos trabalhos é a casa onde morava Alejandro Valeiko.








Texto: Acrítica 

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