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PP DEBATE VIOLÊNCIA, SAÚDE, MERCADO DE TRABALHO E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA ENVOLVENDO A MULHER



Durante duas horas, no auditório da Rymo da Amazônia, no bairro Cachoeirinha, o Progressistas (PP), sob a coordenação do presidente do Diretório Municipal de Manaus, médico George Lins, debateu temas como Violência Contra a Mulher, A Mulher no Mercado de Trabalho, A Participação da Mulher na Política e Saúde da Mulher.

Pouco mais de 80 mulheres prestigiaram o evento ocorrido nesta segunda-feira (24), que teve ainda a participação do vereador Marisson Roger, presidente da Juventude Progressista, e da jornalista Daniela Cardoso, que palestrou sobre A Mulher no Mercado de Trabalho. Apresentando números, Daniela demonstrou que a mulher, embora represente 41% do segmento considerado economicamente ativo, continua injustiçada, “mas firme na luta por um lugar ao sol, buscando ocupar cargos onde se vê a presença maior de homens”.

Além de Daniela, pré-candidatas do PP à Câmara Municipal de Manaus e vereadoras interioranas que disputam a reeleição se manifestaram sobre a situação feminina no mercado de trabalho, bem como focaram questões referentes à saúde e a necessidade de os partidos valorizarem mais a mulher em sua participação na política.

A exemplo do evento de sexta-feira (21), as propostas formuladas nos debates de hoje serão divulgadas pelo PP durante a campanha eleitoral deste ano com o objetivo de massificá-las para que se transformem em políticas públicas no futuro.


Força política


Em palestra, o presidente municipal do Progressistas, George Lins, disse que as mulheres têm direito e dever de aumentar sua presença no Parlamento na atual corrida eleitoral. “A  mulher hoje corresponde a 51,7% do eleitorado brasileiro e, no entanto, tem baixa presença nas casas legislativas e nos poderes executivos Federal, Estadual e Municipal, isso tem que mudar”, expressou.

Na Câmara Federal, segundo George, a participação da mulher é de apenas 14,5% e no Senado, somente 3,5%. Embora as mulheres sejam maioria no universo do eleitorado, não possuem representatividade condizente no Parlamento, nos governos e nas prefeituras. Em 2016, nas últimas eleições municipais, só 11,6% dos candidatos eleitos eram mulheres.


Cota Feminina


De acordo com George, o Progressistas trata a participação da mulher na política como uma questão de honra, e ressaltou, nesse sentido, a seriedade como o partido encara sua responsabilidade quanto ao cumprimento quota de 30% de candidaturas femininas.

O dirigente também discorreu sobre o site do partido que possui um programa exclusivo voltado para a Mulher Progressista (www.mulheresprogressistas.com.br) onde são disponibilizados cursos, inclusive, para a formação política, além de lives, debates, cursos de marketing digital sobre o uso das mídias socais nas eleições. “A ideia é capacitar, não adianta só a mulher entrar na política, ela precisa ter capacitação, o partido precisa oferecer ferramentas para que as mulheres ingressem na política e tenham capacidade para enfrentar esse desafio”, afirmou George.



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