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‘PEIXE NO PRATO’, DO GOVERNO DO ESTADO, É SUCESSO NO BAIRRO ARMANDO MENDES

Foto: Tizziana Barbosa/SEPROR
O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror), realizou neste sábado (12/09) a 12ª edição do programa “Peixe no Prato” na praça central do bairro Armando Mendes, zona leste de Manaus. A iniciativa foi coordenada pela Secretaria Executiva de Pesca e Aquicultura (Sepa/Sepror) e disponibilizou 3,5 toneladas de pescado a preços populares, além de 1,5 toneladas de hortifruti, que o consumidor pôde comprar direto do produtor.
O evento no Armando Mendes atendeu aproximadamente 2 mil pessoas, que puderam adquirir cinco unidades de jaraqui, pacu, sardinha e curimatã por R$ 2. Segundo o secretário executivo da Sepror, Leocy Cutrim, esta é uma forma de levar o pescado para pessoas de baixa renda e também movimentar o trabalho de pescadores e piscicultores do Amazonas.
“Estamos tendo a oportunidade de estar na zona leste, bairro Armando Mendes, trazendo um peixe de qualidade para a população direto do pescador, sem atravessador, porque estamos começando o período da safra. Com isso, é possível repassar esse pescado a um preço bem acessível e, por isso, está tendo uma boa receptividade”, disse Leocy.
O programa acontece a cada 15 dias, em diferentes locais da capital amazonense, onde feirantes e piscicultores podem vender seus produtos direto ao consumidor.
Em todas as edições do “Peixe no Prato”, têm sido disponibilizados álcool gel e máscaras para os consumidores, atendendo às recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para prevenção da Covid-19.
Beneficiada – Para a moradora do bairro, a manicure Simone Barreto, o programa é uma forma de ajudar a população a comprar um peixe de procedência e qualidade e, principalmente, com preços atrativos para o bolso. “É ótimo porque nessa crise todo mundo está precisando dessa ajuda com alimentação, e esse programa veio em boa hora, graças a Deus”, disse.
Dados – Em todas as 12 edições do programa, foram comercializadas aproximadamente 12 toneladas de peixes, beneficiando mais de 10.600 famílias em situação de vulnerabilidade social, gerando uma renda de R$ 91 mil para os piscicultores.

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