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PRÉ-CANDIDATA A VEREADORA DEFENDE COMBATE DE VIOLÊNCIA A MULHERES E JOVENS

Foto: Divulgação
Carol Pinheiro, mãe, ativista política e corretora de investimentos, considera-se uma mulher do povo. É filha de funcionários públicos aposentados. Ela foi dedicada a causas de jovens e mulheres, mas foi via políticas de habitação e regularização fundiária que decidiu se dispor a uma eleição.
A primeira pergunta que foi feita a Carol Pinheiro, filiada ao partido PTB, foi sobre como ela vê a pré-candidatura dela, considerando a participação da mulheres atualmente na política. “Defender as mulheres pela igualdade, paridade, equilibrar a disputa”, respondeu a pré-candidata, “Nós mulheres temos que tomar a iniciativa e assumir cargos políticos, para deixarmos de ser cota, para sermos gestão. Sou a favor da maior participação de mulheres na construção de políticas públicas para mostrarmos, com nossa experiência, um novo olhar feminino nas causas e lei”.
Logo depois, a segunda pergunta que Amazônia Press fez foi como veio o desejo dela de participar da vida política. “Sempre fui uma voluntária nas causas sociais, participando dos bastidores, articulava e circulava no meio político”, Carol Pinheiro respondeu ao portal, “porém, vendo a necessidade de ser uma voz, vez e voto nas decisões e pautas da sociedade e por ver que não existem políticos voltados para o cumprimento das políticas de moradia social e combate à invasões”.
Ao ser questionada sobre, caso ser efetivada como candidata a vereadora, quais propostas teria com relação a mulheres e jovens, a ativista política respondeu o Amazônia Press.

“Nós mulheres temos que parar de ser apenas cota, temos que ter leis que nos fortaleçam, pretendo encaminhar proposta de políticas e saúde e assistência as mulheres vítimas de violência, promover parcerias público-privadas com gestão participativa de empreendedorismo e capacitação para as mulheres acima de 45 anos, que são chefes de família e não conseguem mais emprego. Porém, podem gerar renda para suas famílias”. Mais especificamente sobre a juventude, completou “Quanto aos jovens capacitar e encaminhar transversalidade de políticas públicas desde a primeira infância à juventude que sofrem qualquer tipo de violência, acompanhamento e monitoramento”. Em relação à pergunta, ela finalizou dizendo “Precisamos de pessoas comprometidas com a sociedade, com as famílias”.

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