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PISTOLEIRO DE FACÇÃO CONFESSA HOMICÍDIOS NO AMAZONAS E DIZ QUE ORDENS PARTIAM DO RJ

Foto: Jander Robson/Portal do Holanda


A Polícia Civil deu detalhes na manhã desta quarta-feira (3), sobre a prisão de Deyves de Jesus Ramos, 19, pistoleiro de uma facção criminosa que atua no Amazonas.

O delegado Ricardo Cunha relata que a equipe de investigação recebeu informações de que um homicida altamente perigoso estava circulando pelas ruas do município de Itacoatiara.

A PC fez contato com a polícia local e em uma grande operação conseguiu capturar Deyves, que revelou ter fugido para a cidade ao saber que estava sendo investigado em Manaus.


Foto: Jander Robson/Portal do Holanda

Conforme o delegado Paulo Barros, titular da delegacia de Itacoatiara, Deyves confessou ser assassino da facção e o responsável por sete homicídios ocorridos no decorrer deste ano de 2021, período em que ele entrou para o grupo.

"Em depoimento ele confessou todos esses homicídios, inclusive uma chacina ocorrida lá mesmo em Itacoatiara", explica Barros.

Todos os crimes têm relação com a guerra entre facções e as ordens partiam do Rio de Janeiro.

O delegado Ricardo, da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), revela alguns do casos onde as vítimas foram executadas por Deyves:


Foto: Jander Robson/Portal do Holanda

"Ele é destacado para essas execuções que vêm do Rio de Janeiro (...). Ele praticou 3 homicídios no centro da cidade, 2 homicídios que foram gravados e amplamente divulgados, que foi o da "Andrezinha", juntamente com dois comparsas da organização dela. 

Ela sofreu mais de 12 disparos na região da cabeça, foi com muita violência. Teve a participação também em um homicídio de um traficante alcunhado por "Pai" e a participação no homicídio da Elisângela, que era esposa do traficante chamado "Ney Pitbull, que foi no Rio Preto da Eva", enumera Cunha.

A polícia afirma que no caso de Andrezinha, morta no bairro Multirão, a mulher também era esposa de um traficante e foi sequestrada e morta após o marido trocar de facção.

Ricardo ainda afirma que o jovem não recebia por crime, mas matava em busca de ascensão dentro da organização criminosa.

Para os delegados, Deyves pode ter cometido outros crime e continuará sendo investigado. Ele deve prestar novos depoimentos para dar mais detalhes sobre os casos confessados.




*PORTAL DO HOLANDA

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