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TESTEMUNHAS DIZEM QUE VÍDEO DE JOHNNY DEPP E FOTOS DE AMBER HEARD FORAM EDITADOS

Foto: Reprodução/YouTube

O julgamento do processo de difamação movido por Johnny Depp contra a ex-mulher Amber Heard segue causando polêmica e nesta quarta-feira (25), dois depoimentos contrários à atriz deram a entender que ela teria manipulado as provas que anexou no processo contra o ator.

O especialista em metadata Norbert Bryan Nemeister, chamado para testemunhas para Depp, afirmou que analisou as imagens e concluiu que elas foram editadas por um aplicativo. Ele afirma que quando uma foto é salva através de um editor de imagens, nela fica a marca daquele programa.


Nemeister exibiu um demonstrativo dos dados que conseguiu colher analisando as imagens. Em uma delas, é possível ver o rosto de Amber com hematomas no rosto. Ao analisar os dados da imagem, ele afirmou: “Mostra qual foi o editor de imagem usado nessa foto”.

Outra foto do rosto de Amber na lateral, ele aponta esse mesmo software usado para alterar a imagem, intitulado “Photos 3.0”. Ele acrescentou afirmando que as fotos foram enviadas para um computador e editadas nesse programa.

"Eu posso extrair as coisas mais profundamente secretas de qualquer um de seus dispositivos eletrônicos. Excluído ou não. Se você acessou, digitou, pesquisou ou mesmo pensou sobre isso ... Eu posso pegar”, explicou.



Vídeo editado

Morgan Tremaine, ex-gerente de atribuição de campo do famoso site de fofocas americano TMZ, também prestou depoimento e afirmou que o vídeo que mostra o ator gritando bêbado com Amber e quebrando o armário da cozinha que foi enviado ao site era editado.

Segundo Tremaine, o vídeo em questão, filmado por Amber, era bem mais curto do que o vídeo que foi exibido no Tribunal - e não mostrava a parte de Amber dando um sorrisinho no final e desligando a câmera.

No depoimento, Tremaine também disse de onde o TMZ conseguiu o tal vídeo que foi publicado no site originalmente. Segundo ele, veio através de um link no serviço de armazenamento em nuvem Dropbox.

Tremaine também respondeu que a única forma de obter os direitos autorais de um vídeo que não foi filmado pela equipe do TMZ seria se o próprio (ou a própria) detentora dos direitos autorais autorizasse a empresa, o que segundo Tremaine, aconteceu de forma rápida, em 15 minutos, com a autorização feita por e-mail.



*PORTAL DO HOLANDA

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