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VICE-PRESIDENTE DO CODESE, ROMERO REIS, LIDERA VISITA A COMUNIDADE AGRÍCOLA DA ZONA LESTE DE MANAUS




INICIATIVA PROMETE POTENCIALIZAR PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS NO VALPARAÍSO


Grande parte das hortaliças encontradas nas feiras de Manaus, como cebolinha, coentro e couve, têm origem na comunidade Valparaíso, localizada no bairro Jorge Teixeira, Zona Leste da cidade. Apesar de ser uma das principais fontes de abastecimento do mercado interno e estar inserida no perímetro urbano da capital, a colônia agrícola enfrenta uma série de problemas de infraestrutura e assistência básica que dificultam o progresso das centenas de famílias que tiram da terra o seu sustento.

Com o objetivo de ouvir a população local e pensar em soluções a curto e médio prazo para essas dificuldades, o vice-presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico de Manaus (Codese Manaus), Romero Reis, liderou uma visita ao Valparaíso na última quarta-feira (4).

“Viemos aqui para pensar num projeto que melhore a vida desses agricultores, para que com as próprias mãos eles comecem a produzir mais e melhor”, afirmou Reis, que é coordenador da Câmara Técnica “Atração de Investimentos e Ambiente de Negócios” do Codese, organização da sociedade civil que se propõe a planejar o desenvolvimento da cidade de Manaus até 2038.

Segundo um dos moradores mais antigos do Valparaíso, o agricultor Francisco Lopes, o acesso à comunidade ainda é um dos problemas que mais afetam os produtores, já que a ruas e ramais sem asfaltamento e drenagem dificultam a ida de compradores ao local. Um dos pontos críticos é a rua Paranacaxi, que vira um “rio” em dias de chuva mais intensa.

De acordo com Reis, outras questões que merecem atenção são a falta de título das terras e os entraves ao escoamento da produção, que poderia ser facilitado com a construção de um centro de distribuição na própria comunidade.

“Nossa proposta também é trazer um técnico agrícola para que ele possa assessorar essas famílias, que muitas vezes, por falta de um auxílio mais especializado, fazem uso de defensivos que prejudicam a própria saúde delas e a qualidade dos produtos”, concluiu Reis ao fim da visita.

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